Das sagas literárias que irão virar filmes!

Auuuuuu, caros leitores! Como estão/vão?

Hoje vim ter com vocês que gostam um cadinho de ler sobre fantasia e romance. Sim, você que está aí do outro lado da telinha, que viaja pelos mundos da literatura e acompanha as angústias, felicidades e loucuras dos personagens e ainda não sabia se aquela história guardada do lado esquerdo do peito seria adaptada para as telonas, vem cá saber mais.

aselecaopromo

  • “A Seleção”:

Depois de muitas tentativas, de uma possível gravação e de um burburinho sobre uma série televisiva a saga “A Seleção” da nossa querida Kiera Cass que já esteve aqui no Brasil, inclusive em Fortaleza, irá para as telonas. Sim, caros leitores, vocês não leram errado. Aprumem os tambores porque a América vem aí. A Warner Bros comprou os direitos cinematográficos da autora. Reza a lenda que o roteiro será feito por Katie Lovejo e nada além disso foi decidido ainda, mas, sim, vai ter filme. Uma prece, por favor!

Já finalizei minha leitura da saga e em breve irei compartilhá-la aqui. Contudo, de antemão, gostaria de saber quem aqui já leu A Herdeira? Gostou? Ainda não li, talvez seja receio de como o enredo será/foi conduzido, uma vez que já foi bastante explorado.


destaque-cronica-do-matador-rei-lionsgate

  • “As Crônicas do Matador do Rei”:

Sim, o universo fantástico criado por Patrick Rothfuss ganhou uma tremenda liberdade de adaptação audiovisual através de uma proposta da Lionsgate (é, aquela danada que é a mesma das franquias Jogos Vorazes, Divergente, Crepúsculo e por aí vai). Para quem não sabia, o Rothfuss não tinha nenhum interesse que suas obras se transformassem em séries grandiosas da televisão. Na verdade, chegou até mesmo a compartilhar o sentimento em seu blog pessoal. No entanto, a proposta da Lionsgate balançou o autor que agora pede aos fãs de seus escritos que comemorem e se sintam felizes… Ah! e que não se preocupem, ele pretende acompanhar todo o processo de perto.

Sou suspeita para falar já que simpatizo demais com o universo. Então, só espero que o resultado seja satisfatório, o que acho difícil.


p170996_p_v7_ak

  • “Fronteiras do Universo”:

Genteeee, a trama da série literária Fronteiras do Universo ou A Bússola de Ouro (filme lançado em 2007) vai virar série televisiva. Sim, pode gritar e pular. Eu fiquei de cara com a notícia e estou super ansiosa para ver aonde isso vai dar. Conheci o Philip através do filme que infelizmente não teve continuação devido a baixa bilheteria e fiquei encantada com os temas abordados nos livros da saga Fronteiras do Universo. Tem de tudo um pouco, fantasia, física, filosofia, teologia e o que falar da ideia espiritual dos “Daemons”? Genial! E o que falar sobre a pequena grande Lyra? Tá aí uma menina arretada de baum! A BBC anunciou recentemente que será uma minissérie de 8 episódios baseada nos três livros lançados por Philip Pullman, A Bússola de Ouro, A Faca Sutil e A Luneta Âmbar.


perdida1

  • “Perdida”:

É claro que não poderia faltar um anúncio que diz respeito a nossa terrinha brasileira. Carina Rissi confirma e responde em seu próprio site que a Amberg Filmes fez o convite para produzir e estrelar a trama nas telonas e que a autora aceitou na hora, é claro. De acordo com ela, está participando do roteiro junto a Luca Amberg e o desenrolar depende dos patrocinadores.

Procurei reunir mais informações sobre, mas não consegui muito. O importante é que a autora é bacana e está mantendo os leitores inteirados a respeito de qualquer novidade.


Minha gente, dei uma passadinha rápida para compartilhar essas notícias porque elas aqueceram meu coração. E devo dizer novamente que ando sumida mesmo e me desculpem, mas estão acontecendo muitos rebuliços por essas bandas da floresta e tá difícil de eu estar por aqui mais vezes.

Espero que esse quadro se reverta para eu voltar a puxar a manga de todo mundo aqui, interagindo e fazendo perguntas sobre os posts.

Tenham um domingo e uma semana de luz!

Beijos, beijos a loba da vez.

Anúncios

Resenha: A Música do Silêncio – Patrick Rothfuss.

Auuuuuuuuuuuuuuu, auuuuuuuuuuuuuuu!

Espera! Antes de ler o post tenho que avisar. Calma que não é SPOILER. Relaxou? Sigamos em frente. Se você não conhece o mundo fantástico do escritor americano Patrick Rothfuss ou se você não gosta de passar o tempo com uma leitura monótona e cheia de segredos, então fique por aqui. Caso contrario, sinta-se a vontade para saber mais um pouquinho sobre A Música do Silêncio.

Com 144 páginas, o livro é uma variação do enredo da Crônica do Matador do Rei, ou seja, pertence ao maravilhoso mundo do nosso adorado Kote e fui publicado no início desse ano, em Janeiro de 2015, através da Editora Arqueiro. Quem pega um exemplar nas mãos na livraria, dá de cara com a afirmação: “Este é um livro diferente”. Sim, é muito diferente. A escrita, então, nem se fala. É mais que meticulosa se comparada a outros enredos. Vamos a sinopse?

916VJMtQ6YL._SL1500_

Sinopse: Debaixo da Universidade, bem lá no fundo, há um lugar escuro. Poucas pessoas sabem de sua existência, uma rede descontínua de antigas passagens e cômodos abandonados. Ali, bem no meio desse local esquecido, situado no coração dos Subterrâneos, vive uma jovem. Seu nome é Auri, e ela é cheia de mistérios. A música do silêncio é um recorte breve e agridoce de sua vida, uma pequena aventura só dela. Ao mesmo tempo alegre e inquietante, esta história nos oferece a oportunidade de enxergar o mundo pelos olhos de Auri. E nos dá a chance de conhecer algumas coisas que só ela sabe… Neste livro, Patrick Rothfuss nos leva ao mundo de uma das personagens mais enigmáticas da série A Crônica do Matador do Rei. Repleto de segredos e mistérios, A Música do Silêncio é uma narrativa sobre uma jovem ferida em um mundo devastado.

O livro conta com descrições objetivas das variações e dos locais do subterrâneo, onde Auri passa a maior parte da aventura, já que lá é o seu lar, e aos poucos vamos conhecendo mais sobre a vida misteriosa de Auri. Nas primeiras linhas, percebemos como ela se relaciona com o lugar, como se fosse parte integrante dele e não apenas uma ocupante. Apesar de suspeitarmos dos sofrimentos que marcaram a vida de uma menina que se revela deveras inteligente, conseguimos captar a sua amistosa amizade, a sua graça em um lugar que é tão sujo e obscuro e a sua resistência em gostar do que é certo e de direito.

A narrativa não traz grandes surpresas, mas atestam um pouco da história de Auri, que a gente já suspeitava. Como, por exemplo, Auri não é o seu nome verdadeiro ou o fato de a moça ter sido estudante de Alquimia na Universidade. Temo que outras informações sejam dadas como SPOILER, então deixo a decisão de leitura com vocês.

11374678_1396402984022558_1974517569_n

Na minha opinião, se é que ela vale de alguma coisa, a leitura se tornou maçante por conta da quantidade de descrição e da falta de um clímax característico. A falta de um desfecho meio que desmotiva a continuação da leitura e altera os ânimos. Apesar de acreditar que a escolha da narrativa descritiva funcionou muito bem para criar em nosso imaginário todas as ramificações do subterrâneo, não nego que foi uma escolha perigosa. Deveras, na verdade. Uma escolha que colocou em risco o ritmo, a continuidade e a progressão da história. Então,  concordo com o próprio autor ao escrever:

“Então. Se você leu este livro e não gostou, me desculpe. A culpa é minha. Esta é uma história estranha. Talvez você a aprecie melhor numa segunda leitura. (Quase todos os meus livros são melhores da segunda vez.) Mas também pode ser que não. Se você é uma das pessoas que acharam esta história desconcertante, tediosa ou confusa, peço desculpas. A verdade é que provavelmente ela não era para você.”

Esse trechinho é do próprio Patrick Rothfuss que já sabia da possibilidade do livro não ser bem aceito por todos os seus leitores. Bacana da sua parte em ser sincero e dar a chance do leitor que acompanha o Kote escolher, não é?

Perdão se acabei jogando um balde de água fria nos ânimos, essa não era minha intenção, só quis esclarecer minha opinião e deixar em aberto para você, caro leitor, fazer a sua escolha.

Um final de semana de luz para nós e até o próximo Litera! Ah! Não esqueçam de me contar se já leram e o que acharam ou se ainda vão ler. Olha lá, que o feedback de vocês é essencial. É muito bom deixar o post aberto para discussão e receber a opinião de todos.

Beijos, beijos a loba da vez.

Agradecer é uma virtude!

Auuuuuu, auuuuuuuuuu, leitores de todas as tribos!

Voltei a dedilhar depois de minha longa reserva de treze dias e não poderia estar mais feliz. Gente, o blog já conta com mais de 150 seguidores e eu nem mesmo acredito nesse número. Ele é além. Além de expectativas, além de desejos e além de meus sinceros e singelos agradecimentos.

Nesse tempo fiquei reclusa por conta da saúde e não só senti muita falta de escrever para outrem como também senti falta de acompanhar as notícias e os posts dos blogs que sigo e, principalmente, das pessoas por trás deles. E hoje só quero agradecer por fazer parte da blogosfera e por ter encontrado tanta gente bacana.

11937985_727910570674698_1646395889_n

Quando iniciei o blog não nego que sonhei em ter vários seguidores e muita gente super bacana para compartilhar comigo um pouco do meu mundo e de meus escritos. Quem nunca? Mas daí na prática a gente acaba se dando conta de que não é tão fácil ou tão rápido que as coisas acontecem. É preciso atenção, dedicação e humildade para ser aceita como nós realmente somos.

E, aos poucos, é isso que tenho visto e vivido na blogosfera. Conheci pessoas excepcionais e outras inspiradores. Conheci blogueiros(as) que me receberam muito bem e tiveram o cuidado de acompanhar minhas ralas e tão queridas palavras. Enfim, só tenho a agradecer.

Sei que andei afastada e não tenho postado com tanta frequência, mas é que minha vida está meio bagunçada (para variar – ironia) e ando sem tempo – o mal que acomete a todos nós. Mas tenho posts prontos e outros pensados e também estou com três Tags para responder que serão postadas em breve.

Então, a comemoração é minha, mas vocês que merecem todo o crédito. Agradeço, agradeço e agradeço! Reuni três notícias interessantes do mundo das sagas que foram divulgadas nos últimos dias para a gente dar aquele sorriso, olha só:

  • Jogos Vorazes: A Esperança – O final teve a data de estreia adiantada aqui no Brasil.

jogosvorazesfinal_36-750x380

É, Tordos, podemos comemorar que no dia 18 de novembro vai ter fim a espera pelo desfecho da saga nas telonas e foi a própria Paris Filmes quem anunciou no final de setembro. Já viram o último trailer divulgado?

Quem aí já garantiu o ingresso? Corre para não perder a estreia!

  • Lançamento do livro ilustrado de Harry Potter.

por Jim Kay

Pottermaníacos podemos comemorar! Chegou às lojas, na última terça-feira, dia 6 de outubro, o livro ilustrado de Harry Potter e a Pedra Filosofal, publicado pela Editora Scholatic nos Estados Unidos e no Reino Unido pela Bloomsbury. Para quem gostar de ler em inglês já dá para garantir o seu exemplar e quem preferir a versão traduzida terá de esperar até 2016, lançamento previsto pela Editora Rocco.

Apesar de estar roendo as unhas para me maravilhar com as ilustras, eu vou esperar e você?

  • A Série Divergente: Convergente ganha trailer dublado.

Allegiant = Convergente.

Allegiant = Convergente.

Recentemente houve uma mudança nos títulos que se referiam as últimas adaptações da saga Divergente para as telonas. Antes, nomeada de A Saga Divergente: Parte 1 e 2, agora é nomeada de A Saga Divergente: Convergente e Ascendente, respectivamente.

O que acharam do trailer? A estreia de Convergente está prevista para 16 de março aqui no Brasil. Aguenta coração!

E para fechar o post com sorriso de ouro, compartilho aqui um projeto que tomei conhecimento nos últimos dias e me identifiquei demais:

  • “Ser Frida Kahlo” por Juliana Krupahtz.

No início, era apenas um trabalho acadêmico da estudante Juliana Krupahtz da Universidade Federal de Santa Maria que tinha o objetivo de retratar mulheres que se identificassem com algum momento da vida da artista Frida Kahlo. Agora, no entanto, é um verdadeiro projeto de empoderamento feminino que explana as variadas nuances da alma feminina por meio da trajetória de Frida.

Um projeto que evidencia dores, fragilidades, incertezas, auto descobrimento e muitas das sensações/emoções que Frida pintou e atravessou e que toda mulher é capaz de se identificar. O trabalho primoroso de Juliana está no Cartarse com o intuito de virar um livro com 10 pinturas de Frida recriadas em fotografia que irão contar com depoimentos das modelos voluntárias contando o motivo de se identificarem com cada retrato. Você também pode apoiar, clicando aqui.

Trabalho belíssimo, não é mesmo? Espero que tenham gostado do post e também espero continuar com o carinho e acompanhamento de vocês. Muito obrigada, lobos e lobas da nossa selva!

Beijos, beijos a loba da vez.

Resenha: O Nome do Vento – Patrick Rothfuss

Uivos de saudações, leitores! Está um quinta de sol e muita expectativa por aqui. E por aí?

Este será o último post da semana porque viajarei durante o fim de semana e esse é o motivo da minha expectativa. É uma viagem curta e de descanso, mas não posso negar minha alegria, já que sou uma verdadeira admiradora da natureza e dos lugares bonitos da minha terrinha.

Enfim, mas hoje no Literaócio vim falar do primeiro volume (ou primeiro dia) da Crônica do Matador do Rei, uma série fantástica escrita por Patrick Rothfuss. O Nome do Vento, lançado em 2009 pela editora Arqueiro, conta com 656 páginas sobre o desenrolar de um mito.

O Nome do Vento: arte da capa por Marc Simonetti.

O Nome do Vento: arte da capa por Marc Simonetti.

Sinopse: Ninguém sabe ao certo quem é o herói ou o vilão desse fascinante universo criado por Patrick Rothfuss. Na realidade, essas duas figuras se concentram em Kote, um homem enigmático que se esconde sob a identidade de proprietário da hospedaria Marco do Percurso. Da infância numa trupe de artistas itinerantes, passando pelos anos vividos numa cidade hostil e pelo esforço para ingressar na escola de magia, O nome do vento acompanha a trajetória de Kote e as duas forças que movem sua vida: o desejo de aprender o mistério por trás da arte de nomear as coisas e a necessidade de reunir informações sobre o Chandriano – os lendários demônios que assassinaram sua família no passado.

Meu primeiro contato com o livro foi na prateleira de uma livraria. Fiquei a fitar a arte da capa por não sei quantos segundos e minha mente só sussurrava: aventura, aventura, aventura. Ora, sempre fui amante de uma boa saga: Tolkien, C.S Lewis, JK Rowling, Christopher Paolini, entre outras. Vi Patrick, um nome até então desconhecido, carregando uma proposta de aventura fantástica e não pensei duas vezes em levar o livro para casa. Comecei a ler o quanto antes.

A narrativa conta a história do protagonista através do próprio. Como é que é?

Pois é, Patrick Rothfuss foi muito inteligente ao escolher dois narradores para dar conta de uma aventura que se desenrola em níveis libertadores. Primeiro, o narrador clássico em terceira pessoa que dá a narrativa a oportunidade de uma visão mais ampla. Segundo, o narrador em primeira pessoa, que acaba tornando a narrativa, ao mesmo tempo, mais intimista e realista ou não, já que é o próprio protagonista quem conta a sua versão dos fatos.

Em O Nome do Vento somos envolvidos com o mito de um tal Matador do Rei que é conhecido também por vários outros nomes, o Kvothe de codinome Kote.

11922973_675090105954353_274182042_n

É, o danado do Patrick não criou apenas uma história, mas uma verdadeira lenda viva dentro de seu fantástico universo. E essa lenda decidirá contar a verdade do início, desenrolar e desfecho de sua trajetória em exatos três dias (cada livro corresponde a um dia), após a insistência de um cronista que suspeitara de sua verdadeira identidade desde que topara com Kote.

A narrativa parte de um presente cheio de mistério com personagens curiosos para um passado onde, aos poucos e com muito respeito a trajetória da lenda viva, as coisas vão sendo explicadas. Estou falando do Kote, que num primeiro momento nos é apresentado como um singelo e enigmático homem, proprietário da Pousada Marco do Percurso. Kote é o mocinho, de início, que é tão humano quanto nós e já sofreu um bocado. E cê quer saber o motivo de eu ter dito de início? Ora, ao longo das páginas, começamos a nos perguntar se o mesmo mocinho não seria o tal vilão da própria trajetória. A dúvida só não é sanada por conta de um grupo conhecido como o Chandriano, esse daí parece ser o vilão da aventura.

Pensa que acabou por aí? Não. Temos verdadeiras histórias que recontam e personificam muitas de nossas crenças. Temos a alquimia, um velho mestre de beira de estrada, o desejo do protagonista de estudar magia e a arte de nomear as coisas (que, diga-se de passagem, é fantástica), desejo esse que é custeado através de muitos percalços e preâmbulos recheados de sofrimento e lições de crescimento. E a Universidade, é claro. Escola diferente de qualquer outra. Só? Ledo engano. Temos uma pitada de romance e muitas descobertas sobre o tal do grupo que possui relevância crucial na criação do mito e das muitas personalidades do Kote, quem domina inúmeras especialidades: trovador, músico, ladrão… Quer saber mais?

Bem, só lendo o livro mesmo. Garanto que não vai se arrepender. Estamos falando de uma verdadeira aventura épica.

Fiquei apaixonada pelo universo e pelo menino de cabelos de fogo. Já li o segundo livro: O Temor do Sábio – A Crônica do Matador do Rei: Segundo dia. E minhas entranhas se corroem pelo terceiro dia, que é o próximo volume.

A trilogia é meu xodó da Literatura Fantástica do momento e eu já li O Nome do Vento duas vezes e em cada leitura parece que estou descobrindo o universo e o meu querido Kote pela primeira vez.

11912902_675090092621021_1020496301_n

Minha gente, minha tentativa foi de falar um pouco sobre esse livro sem dar muitos spoilers ou informações que vão além da sinopse do próprio livro que é para todos se sentirem convidados a realizar essa leitura. Mais na frente, pretendo fazer um post mais completo sobre a saga e falando um pouco sobre o segundo volume.

É isso. Espero que tenham gostado e que se sintam tentados a embarcar nesta leitura,que pode até ser um pouco confusa no início, mas que faz muito sentido ao longo das páginas. Está no ócio? Litera nele!

Beijos, beijos a loba da vez.

Resenha – Coletânea Mundos Vol.4

Auuuuuuu, leitores! Entramos em um novo ciclo lunar e com essa atmosfera de novidade venho aqui deixar uma resenha deveras diferente das demais. Mas antes de apresentá-la, pergunto-lhes como estão. Como anda o início da semana para vocês?

Por aqui as coisas andam mais atrapalhadas que guarda-roupa desajeitado. Não. Não é exagero. Tudo bem, talvez seja. Na verdade, estou lamentando mesmo pelo domingo ter passado tão rápido. E sabe o motivo? Foi que fiz uma releitura muito gostosa ao ar livre. E agora vou apresentá-la a vocês. Quem já ouviu falar da coletânea de contos fantásticos da Editora Buriti, a Mundos?

Livro Mundos Vol. 4 publicado pela Editora Buriti.

Livro Mundos Vol. 4 publicado pela Editora Buriti.

 O quarto volume da antologia Mundos está recheado com oito contos de diversos autores no decorrer de 140 páginas. Os autores selecionados para a antologia foram: Paulo Abe, Tamires Branu, João Marciano Neto, Gilson Cunha, Miguel Bernardi, Moacir de Souza Filho, J.J Ducak e Zero Medeiros.

Yes, eu participei. Alguns de vocês já devem ter visto na aba Autorias do Menu do blog ou não. Não tem problema. Deixa eu te falar mais um pouquinho sobre ele.

Publicado pela Editora Buriti no mês de maio, esta antologia concentra as melhores histórias de fantasia, ambientadas em outros universos ou outras versões do nosso próprio mundo, abordando temas como futuro, desigualdade social, devastação, felicidade, vaidade e por aí vai.

Como o livro em si já é curtinho, vou procurar falar dele como um todo (espero que não fique nada confuso!). Todos os contos contam com uma perspectiva de mundo e fantasia diferente. Não vou revelar em águas claras de que se trata.

Domingo de releitura e parque.

Domingo de releitura e parque.

Abrindo a aventura pelos mundos fantásticos, temos o primeiro conto, ‘O último judeu’, de Paulo Abe, levando-nos além da Terra, onde nos é apresentado uma nova visão da civilização. Enquanto a civilização sofre com uma ameaça de devastação, que parece impossível de ser aniquilada, o inesperado acontece. Pode ser a salvação ou pode ser a destruição. Quer saber? Corre e vai garantir o seu.

11350388_643177549145609_1770911251_nO conto seguinte, ‘Era uma vez a Pátria dos Flames’, de Tamires Branu nos leva para outro universo alternativo e nos envolve com a história infeliz da protagonista, Callie Young, que desafia o próprio lugar de origem em busca de aceitação. A reviravolta nos deixa com gostinho de “quero mais”.

Em seguida temos ‘Deva’ de João Marciano Neto, onde somos transportados para uma atmosfera tecnológica que nos envolve em um desafio perigoso. No início, o desafio parecia ser a solução. Agora, ninguém sabe. Cuidado, é traiçoeiro. Quer saber qual é?

Convidando o leitor para passear em águas profundas, temos o quarto conto, ‘A mulher que chora’, de Gilson Cunha. Neste conto, o mistério rola solto sobre a natureza da protagonista (ou será que é do protagonista?).

Em um recorte de histórias surge o quinto conto, ‘O chamado do fogo’, de Miguel Bernardi. Os recortes são guiados por lugares diferentes e tempos diferentes da narrativa, que funcionam muito bem para preservar o mistério do enredo. Quando somos levados de volta para nossa herança indígena e nos deparamos com antigos guerreiros, as coisas ficam super interessantes. Quer saber mais?

Até o Aquiles quis ler. <3

Até o Aquiles quis ler. ❤

O sexto conto, Inferno Verde’, de Moacir de Souza Filho nos transporta para a Floresta Intocada, através de uma missão guiada por um nobre da família Gondino. A tal da floresta é independente e tem fama de não facilitar para ninguém. Esse conto equilibra o livro perfeitamente, te deixando satisfeito com a leitura, pois é um conto linear e que abriga muitas críticas disfarçadas. Quer saber até onde essa missão vai chegar?

‘O Espadachim de Gelo, de J.J Ducax, é uma narrativa ambientada num lugar chamado Jahunner, onde o protagonista, um tenente incrédulo, encontra um mendigo deveras misterioso que lhe apresenta um mundo novo. Quer saber de que se trata esse tal mundo?

Fechando a aventura temos o último conto, ‘Garotos são só Garotos’, de Zero Medeiros, que nos leva a viajar entre o presente e o passado, misturando aprendizados, delitos e vingança, sem falar na caracterização de uma persona mítica. Quer saber qual é?

O livro ainda está com um precinho camarada e fretes grátis para todo o Brasil. Pode ser adquirido no site da editora, aqui ó: Editora Buriti. É uma coletânea com autores brasileiros iniciantes ou não, mas que se arriscam no mundo da escrita e colocam a cara a tapa. Que tal a gente valorizar o que é nosso?

Espero que tenham gostado. Foi uma espécie de resenha bastante convidativa e voltada para divulgar o trabalho dos autores e da coletânea. Até a próxima litera!

Beijos, beijos a loba da vez.

Resenha: Homem-Formiga – Filme

Saudações positivas para vocês, leitores! Amanhã já é sexta e daqui a pouco estamos desfrutando do fim de semana. Auuuu, coisa boa! No Literaócio de hoje resolvi trazer novidade fresquinha e recém-saída do forno: a nova estreia da Marvel, Homem-Formiga/Ant-Man.

Os filmes da Marvel são bastante esperados e, talvez, seja por isso que a expectativa acabe te deixando com aquele gostinho de crítica na boca e com aquele pensamento recorrente na cabeça: esperava mais.

A Marvel acabou me decepcionando (exceções: Guardiões da Galáxia e Demolidor), mas isso é história para outros dias. Há quem diga que a história (Homem-Formiga/Ant-Man) adaptada para o cinema chega a ser mais coerente que a dos quadrinhos e tece críticas boas para o “filme pequeno” da Marvel.

Contudo, ainda não estou certa de tecer apenas positividade sobre a nova aposta. Não posso negar que minha relação com a Marvel sempre foi de inquietação. Inquietação quanto aos estereótipos dos personagens, como vilões e heróis, quanto ao exagero no sentindo de ir contra em relação aquilo que se afirma do próprio mundo (No início, sempre é dito algo que é impossível de ser feito ou acontecer e sempre acaba acontecendo no final) e quanto ao enredo um tanto fraco e apelativo para a ação. Então, talvez, só talvez, minha crítica não seja tão válida.
Enfim, vamos ao filme?

Pôster do filme Homem-Formiga nos cinemas.

Pôster do filme Homem-Formiga nos cinemas.

Lançamento: 16/07/2015;
País de origem: EUA;
Direção: Peyton Reed;
Sinopse:
“O ladrão Scott Lang (Paul Rudd) começa a trabalhar para o cientista Dr. Hank Pym (Michael Douglas) a fim de reaver uma fórmula que permite o encolhimento de um homem até o tamanho de uma formiga. Mas a missão de recuperar a fórmula se transforma na luta para salvar o mundo das mãos do antigo sócio de Pym, Darren Cross (Corey Stoll), conhecido como Jaqueta Amarela.”

O filme faz um paralelo entre o primeiro Homem-Formiga, Hank Pym, e o segundo, Scott Lang, através da preparação para a missão já planejada pelo estudioso Hank contra seu formidável e nada cativante aprendiz, Darren Cross.

No início, somos apresentados a empresa do cientista/herói e a sua preocupação em manter seu segredo a salvo, enquanto nos é apresentado o ex-presidiário e especialista em roubo, Scott Lang, a sua vida nada promissora e a sua discrepância em relação a sua antiga família e sua pequena filha.

Daí se desenrola o primeiro ponto positivo: o cenário secundário não é romance (ao menos). Pelo contrário, temos um paralelo de conflitos entre pais e filhas, protagonizado por Scott Lang e sua filha, Cassie e por Hank e sua filha, Hope, quem é já adulta.

Outro ponto positivo é a comicidade de alguns personagens. Comédia sempre foi um elemento integrante nos filmes da Marvel. Contudo, devo dizer que este realmente consegue atender a definição de comédia. É cômico, fazer o quê.

Os últimos pontos positivos são quanto a qualidade das cenas de ficção do herói  e o modo como a batalha final foi pensada. Os efeitos são bons… Tudo bem, são ótimos. Não, são explosivos. E a batalha no quarto da filha de Scott é criativa e incomum de acordo com os padrões da Marvel (não foi tão exagerada e, na verdade, para o conceito do filme (encolher/aumentar) foi cabível e plausível).

É. Fui justa. Mas deixa eu ser só mais um pouquinho? No mais, o filme segue a linha de sempre: narrativa previsível, lenta e fácil, vilão vítima de clichê, herói não muito heroico (quero dizer, uma missão lhe foi dada e ele cumpriu e só)…
Minha conclusão? Até que foi bom para um filme da Marvel (haters gonna hate!).

E você aí, precioso leitor, não se sinta desanimado, pelo contrário, vá tirar suas próprias conclusões acerca do filme!

Beijos, beijos a loba da vez.

Chamada: Antologia – Poderes!

Olá, gente! Hoje saúdo vocês com um Auuu todo especial – venho convidar a todos para conhecer e participar de um projeto deveras organizado, amigo e que vai balançar a literatura fantástica aqui no Brasil. Apresento-lhes a Poderes.

Um antologia pensada e organizada pelo escritor Davi Paiva, quem já conta com inúmeros contos publicados em diversas antologias de várias editoras, que tem como tema pessoas com dons extraordinários.

Mas…. Espera que não para por aí! A Poderes se destaca das demais antologias por ser um projeto que não te deixa sozinho no meio da floresta como fez os pais de João e Maria. Não. A Poderes conta com um organizador que orienta, dá dicas e está aberto a discussões. Quer mais? A Darda Editora já acolheu o projeto.
Sem mais delongas, vamos ao regulamento e edital?

Antologia Poderes - Capa meramente ilustrativa.

Antologia Poderes – Capa meramente ilustrativa.

Antologia “Poderes” — edital e regulamento

Já dizia o filósofo que um homem que entra em um rio e é levado por ele até o mar, já não é o mesmo ao voltar para onde mergulhou e nem o rio é o mesmo, pois as águas que o levaram já não são as mesmas.

Organizar uma antologia fará de mim uma nova pessoa. Propor um tema, ditar um regulamento, estabelecer as regras, fazer a avaliação e dar/receber os feedbacks será uma experiência que no final, espero considerar inovadora.

Contudo, não quero ser o único a mudar. O mercado editorial abre concursos sem instruir o autor ao que é o gênero conto, como o tema é retratado, fontes de referência ou estudos sobre o período histórico.

Baseada em minha experiência com o mercado desde janeiro de 2013, propus a alguns amigos a ideia de organizar uma antologia. E confesso que fiquei feliz ao ver que um grande número de amigos aceitou a minha liderança, ao passo que outros se voluntariaram e ainda houve uma parcela que espera pela proposta de tema.

1. SOBRE O FORMATO DO TEXTO
1.1. O autor é livre para escolher o formato com o qual estiver mais familiarizado. Contudo, quando eu for ler e dar a devolutiva, deixarei no formato ABNT: margens superior e esquerda com 3 cm e direita com 2 cm, além de Arial 12 com espaçamento de 1,5 pt. Aqueles que quiserem já escrever neste formato já estarão dando um adiantamento. De qualquer forma, quem não escrever nele não será penalizado;
1.2. De preferência arquivo precisa estar .doc ou .rtf para que eu possa editar e comentar. Formato em PDF não será aceito;
1.3. O limite de caracteres é de até 10 mil toques contando os espaços (em casos mais extremos, 10.999 toques contando os espaços). Para aqueles que escrevem textos mais longos, aconselho-os a montar equipes para leitura e avaliação dos seus textos (leitores Beta);

2. SOBRE O TEMA
2.1. O tema da antologia será sobre pessoas com habilidades extraordinárias ou poderes no mundo em que vivemos;
2.1.1. Subentenda-se “habilidade extraordinária” qualquer façanha realizada por pessoas no mundo em que vivemos. Podemos colocar como exemplo os esportistas com pré-disposição para a prática que exercem e superam recordes com frequência, bem como pessoas com outras habilidades como grande capacidade de memorização, sentidos aguçados (muito comum em deficientes visuais), imunidade a dor, etc.
2.1.2. Subentenda-se “poderes” qualquer habilidade que a ficção e a fantasia nos oferece: voo, superforça, supervelocidade, telepatia, telecinese, teleporte, etc.
2.1.3. Subentenda-se “mundo em que vivemos” como a Terra em qualquer período histórico ou localidade, desde que bem descritas. Pode ser a Nova York do século XXI, o Brasil na ditadura militar, Japão feudal ou outra localidade/época que vocês possam retratar com eficácia. A meta é aproximar a literatura dos leitores e mostrar que o mundo em que eles vivem pode ser palco de situações que exigem reflexão ou que causem emoção.
2.2. Os indivíduos são livres para usar as habilidades como quiserem. Eles podem ganhar a vida com seus dons, ajudar a sua comunidade ou até mesmo virarem heróis ou criminosos reconhecidos. Exemplos:
2.2.1. Um rapaz percebe que tem uma capacidade sobrenatural de persuasão e vive pedindo aos outros tudo que precisa para viver;
2.2.2. Um idoso adquire o dom de rejuvenescer em alguns minutos e pratica assaltos, voltando a ficar velho para não ser reconhecido;
2.2.3. Um jovem com o poder de controlar máquinas faz saques de caixas eletrônicos de um banco corrupto e distribui o dinheiro com moradores de rua;
2.2.4. Uma garota descobre que consegue curar pessoas e faz de tudo para se tornar médica.
2.3. A forma como as pessoas adquiriram os poderes vai da criatividade de cada um: traumas, treino, habilidade hereditária, manifestação sonâmbula, alucinação com o uso de drogas, etc.;

3. SOBRE O CONTEÚDO DOS TEXTOS
3.1. Os textos podem falar de temas polêmicos ou tidos como tabu como sexo e violência DESDE QUE descritos de forma amena. Um assassinato, por exemplo, pode ocorrer em qualquer conto desde que não seja descrito com detalhes. A mesma ocorreria com uma cena de sexo. Uma coisa é dizer que alguém foi para a cama com uma pessoa. A outra coisa é dizer como foi toda a cena, por exemplo;
3.1.1. Esta medida tem por objetivo tornar o livro passível de ser lido pela maior quantidade possível de público, além de respeitar a ética uma vez que há chances de termos autores menores de idade participando da antologia.
3.2. Palavras de baixo calão serão permitidas. Todavia, poderão ser excluídas se consideradas excessivas e o autor será informado disso nos feedbacks.

4. SOBRE A QUANTIDADE DE TEXTOS POR AUTOR
4.1. Cada participante poderá mandar apenas um texto. Não tenho noção da proporção desse projeto e prefiro não dar passos maiores que as pernas. Será a minha primeira organização e espero fazer um serviço do qual todos possam se orgulhar;
4.1.1. Sinopses podem ser enviadas em quantidades ilimitadas, pois são mais fáceis de serem trabalhadas;

5. SOBRE A QUANTIDADE DE TEXTOS NA ANTOLOGIA
5.1. Algumas antologias são feitas com textos de pessoas muito amigas do organizador, o que deixa claro o favoritismo. Outras incluem o maior número possível de textos para que os cabeças do projeto possam ter o maior lucro possível. Apesar de muitos serem colegas de antologias passadas e outros serem verdadeiros amigos, vou procurar aprovar uma quantidade justa de textos para que possamos ter um trabalho agradável de ser lido.

6. SOBRE O PRAZO E O MÉTODO DE ENVIO
6.1. O envio será feito ao meu e-mail pessoal: davi_paiv@hotmail.com. No campo do assunto, vocês irão escrever “Antologia Poderes – Conto para avaliação” e colocar o assunto. No corpo do e-mail, escrevam o nome de vocês, nome com o qual desejam publicar e data de nascimento. Menores de idade deverão incluir os dados dos responsáveis (nome completo).
6.2. O prazo é do dia 01/03/2015 até as 23h59 de 01/09/2015. Como podem ver, é bastante tempo para aquisição de livros de escrita, consulta de material indicado para compreensão do tema e para aqueles que estudam, engloba as férias do meio do ano. E para aqueles que trabalham ou possuem família para cuidar, são seis meses. É um prazo mais que justo para envio e diálogo dos feedbacks;
6.2.1. É estudada a probabilidade de prorrogação de prazo. A mesma será divulgada em um grupo que montei para discutirmos as pautas da antologia. Interessados devem me adicionar no Facebook: https://www.facebook.com/davipaivaescritor

7. SOBRE A LISTA DE APROVADOS
7.1. A lista de aprovados sairá em até 90 dias do fim do prazo e será divulgada em minha página pessoal do Facebook, além do blog Detonerds. (http://detonerds.blogspot.com.br).

8. SOBRE A PUBLICAÇÃO
8.1. A editora com a qual publicaremos será a Darda Editora. Informações sobre a mesma podem ser acessadas aqui: http://dardaeditora.com.br/

9. MATERIAIS INDICADOS PARA LEITURA
9.1. São poucas as editoras que se preocupam em formar os escritores. E também são poucos os organizadores que procuram dar materiais de orientação sobre sua antologia. Então pretendo fazer duas linhas de frente sendo a primeira de materiais para indicação sobre o gênero conto e técnicas de escrita. E a segunda linha é sobre o tema.
9.1.1. Os materiais para estudos sobre técnica de escrita são:
– Blog Overshock com a coluna “A Oficina”: http://www.overshockblog.com.br/search/label/A%20Oficina
– GOTLIB, Nádia Battella. TEORIA DO CONTO. São Paulo. Ática, 2004;
– KOHAN, Silvia Adela. COMO ESCREVER DIÁLOGOS. Belo Horizonte. Gutenberg, 2013;
– KOHAN, Silvia Adela. COMO NARRAR UMA HISTÓRIA. Belo Horizonte. Gutenberg, 2013;
– KOHAN, Silvia Adela. OS SEGREDOS DA CRIATIVIDADE. Belo Horizonte. Gutenberg, 2013;
– MARIA, Luzia de. O QUE É CONTO. São Paulo. Brasiliense, 1992.
– MORETTO, Marco Antonio Palermo. ESCREVER CONTOS NÃO É UM BICHO-DE-SETE-CABEÇAS. Rio de Janeiro. Ciência Moderna, 2009;
– Nerdcast 215 sobre a profissão autor: http://jovemnerd.com.br/nerdcast/nerdcast-215-profissao-autor/
– Série de livros Book-in-a-box da DVS Editora (ordem de leitura: Mario H. Prado, Nano Fregonese, Camila Piettro, Luiz Carlos Osório e Tony Correia);
– Site da autora Ronize Aline: http://www.ronizealine.com/
– VOGLER, Christopher. A JORNADA DO ESCRITOR 2ª Ed. Rio de Janeiro. Nova Fronteira, 2006;
9.1.2. Os materiais para estudo da compreensão do tema são:
– Akira (anime ou mangá);
– Death Note (anime ou mangá);
– Dexter (livro ou seriado);
– Guerra Civil (HQ da Marvel);
– Hancock (filme);
– Heróis (filme, também conhecido como Push);
– Kick-Ass 1 e 2 (filme ou HQ, sendo que já lançaram a HQ Kick Ass 3);
– Nerdcast 298 sobre ficção científica: http://jovemnerd.com.br/nerdcast/nerdcast-298-a-genese-e-os-genios-da-ficcao-cientifica/
– Rapaduracast sobre heróis: http://cinemacomrapadura.com.br/rapaduracast-podcast/5708/rapaduracast-199-nossos-herois/
– Seriados sobre super-heróis como Heroes, Flash, Arrow e Smallville ou que envolvam situações similares tal qual Arquivo X ou Supernatural;
– Watchmen (filme ou HQ);
9.1.2.1. Creio que com tais indicações, os participantes já tenham uma noção daquilo que é esperado. Caso queiram fazer uma pesquisa por conta própria ou procurar seguir outras temáticas interessantíssimas (o preconceito retratado nos filmes e HQs dos X-Men ou a rebelião contra o governo da HQ/filme em desenho animado Batman O Cavaleiro das Trevas), fiquem a vontade.

10. SOBRE RECLAMAÇÕES, CRÍTICAS E SUGESTÕES
10.1. Todas as opiniões serão atendidas se enviadas pelo canal correto: e-mail para davi_paiv@hotmail.com com o título “Antologia Poderes – Reclamação/Crítica/Sugestão”. No entanto, não pretendo entrar em discussões acirradas com ninguém. Também tenho o meu ponto de vista a defender.

11. EXPANSÃO DO PROJETO
11.1. Postarei aqui no blog Detonerds alguns artigos sobre o tema poderes, heróis e vilões. Recomendo a todos que acompanhem pelo menos uma vez por mês.

Considerações finais: esse projeto nasceu de uma reação após ser tratado como sou desde 19/1/2013, quando fiz minha primeira publicação, até o dia mais recente em que concluí como é o mercado editorial e o que falta nele. Ou somos parte do problema ou parte da solução.
A minha solução é essa.

Quem topa participar?


A avaliação já está rolando, mas ainda dá tempo de você desenvolver aquele plot sensacional e participar da seleção. Particularmente, estou participando e devo dizer que minha experiência com o projeto só tem enriquecido minha escrita. É uma boa pedida para escritores iniciantes.

Quem se interessar deve adicionar o organizador da antologia, Davi Paiva, no Facebook e informá-lo para que ele possa adicioná-lo ao grupo do projeto (o grupo conta com diversas dicas!). Bem, o post ficou um pouco longo e peço desculpas, mas espero que tenha sanado todas as suas dúvidas, caso contrário, é só comentar!

Conto com todos vocês, vamos levantar a bandeira e apoiar a nossa literatura. Avante, escritores!

Beijos, beijos a loba da vez.