Das sagas literárias que irão virar filmes!

Auuuuuu, caros leitores! Como estão/vão?

Hoje vim ter com vocês que gostam um cadinho de ler sobre fantasia e romance. Sim, você que está aí do outro lado da telinha, que viaja pelos mundos da literatura e acompanha as angústias, felicidades e loucuras dos personagens e ainda não sabia se aquela história guardada do lado esquerdo do peito seria adaptada para as telonas, vem cá saber mais.

aselecaopromo

  • “A Seleção”:

Depois de muitas tentativas, de uma possível gravação e de um burburinho sobre uma série televisiva a saga “A Seleção” da nossa querida Kiera Cass que já esteve aqui no Brasil, inclusive em Fortaleza, irá para as telonas. Sim, caros leitores, vocês não leram errado. Aprumem os tambores porque a América vem aí. A Warner Bros comprou os direitos cinematográficos da autora. Reza a lenda que o roteiro será feito por Katie Lovejo e nada além disso foi decidido ainda, mas, sim, vai ter filme. Uma prece, por favor!

Já finalizei minha leitura da saga e em breve irei compartilhá-la aqui. Contudo, de antemão, gostaria de saber quem aqui já leu A Herdeira? Gostou? Ainda não li, talvez seja receio de como o enredo será/foi conduzido, uma vez que já foi bastante explorado.


destaque-cronica-do-matador-rei-lionsgate

  • “As Crônicas do Matador do Rei”:

Sim, o universo fantástico criado por Patrick Rothfuss ganhou uma tremenda liberdade de adaptação audiovisual através de uma proposta da Lionsgate (é, aquela danada que é a mesma das franquias Jogos Vorazes, Divergente, Crepúsculo e por aí vai). Para quem não sabia, o Rothfuss não tinha nenhum interesse que suas obras se transformassem em séries grandiosas da televisão. Na verdade, chegou até mesmo a compartilhar o sentimento em seu blog pessoal. No entanto, a proposta da Lionsgate balançou o autor que agora pede aos fãs de seus escritos que comemorem e se sintam felizes… Ah! e que não se preocupem, ele pretende acompanhar todo o processo de perto.

Sou suspeita para falar já que simpatizo demais com o universo. Então, só espero que o resultado seja satisfatório, o que acho difícil.


p170996_p_v7_ak

  • “Fronteiras do Universo”:

Genteeee, a trama da série literária Fronteiras do Universo ou A Bússola de Ouro (filme lançado em 2007) vai virar série televisiva. Sim, pode gritar e pular. Eu fiquei de cara com a notícia e estou super ansiosa para ver aonde isso vai dar. Conheci o Philip através do filme que infelizmente não teve continuação devido a baixa bilheteria e fiquei encantada com os temas abordados nos livros da saga Fronteiras do Universo. Tem de tudo um pouco, fantasia, física, filosofia, teologia e o que falar da ideia espiritual dos “Daemons”? Genial! E o que falar sobre a pequena grande Lyra? Tá aí uma menina arretada de baum! A BBC anunciou recentemente que será uma minissérie de 8 episódios baseada nos três livros lançados por Philip Pullman, A Bússola de Ouro, A Faca Sutil e A Luneta Âmbar.


perdida1

  • “Perdida”:

É claro que não poderia faltar um anúncio que diz respeito a nossa terrinha brasileira. Carina Rissi confirma e responde em seu próprio site que a Amberg Filmes fez o convite para produzir e estrelar a trama nas telonas e que a autora aceitou na hora, é claro. De acordo com ela, está participando do roteiro junto a Luca Amberg e o desenrolar depende dos patrocinadores.

Procurei reunir mais informações sobre, mas não consegui muito. O importante é que a autora é bacana e está mantendo os leitores inteirados a respeito de qualquer novidade.


Minha gente, dei uma passadinha rápida para compartilhar essas notícias porque elas aqueceram meu coração. E devo dizer novamente que ando sumida mesmo e me desculpem, mas estão acontecendo muitos rebuliços por essas bandas da floresta e tá difícil de eu estar por aqui mais vezes.

Espero que esse quadro se reverta para eu voltar a puxar a manga de todo mundo aqui, interagindo e fazendo perguntas sobre os posts.

Tenham um domingo e uma semana de luz!

Beijos, beijos a loba da vez.

Inspiradicas: dois filmes inspirados nas obras de Fredérico Moccia.

Auuuuuuuuuu, auuuuuuu! Voltei a uivar por esses lados da floresta, minha gente!

Como estão? Como vão? Sumi e reapareci cheia de novidades.

Vim compartilhar dois filmes de romance adolescente que são inspirados em livros Young Adults que fazem parte da minha lista no Skoob. Sabe, aqueles que a gente assiste sozinha e fica com os olhos brilhando feito bobas? Vem ver.

  • Paixão Sem Limites (3MSC)

3 metros sobre el cielo

Paixão Sem Limites (Tres Metros Sobre El Cielo) é um romance/drama adolescente inspirado na obra literária de nome homônimo do autor Fredérico Moccia, lançado em 2010 e se tornou o filme de maior bilheteria do ano na Espanha.

O filme acompanha o drama de um jovem motoqueiro, Hache/H, que está atravessando um momento complicado na família e buscando sua identidade pessoal. Quando ele conhece Babi, uma moça de família conservadora e de classe social alta, as coisas mudam completamente em sua vida.

H gosta de viver a vida perigosamente e faz parte de uma turma de jovens rebeldes que apostam corridas ilegais, enquanto Babi é uma jovem educada a luz de princípios rígidos. Já deu para perceber que um romance entre esses dois seria improvável, certo? Contudo, o coração é terra incerta e traiçoeira, como a gente bem sabe, e os dois acabam por se apaixonar. Juntos descobrem novas perspectivas do mundo ao seu redor e lutam contra preconceitos e contra todos os os obstáculos para permanecerem juntos.

Descobri o filme por acaso e foi amor a primeira vista. Embora seja clichê, um romance entre dois jovens de classes sociais desiguais, Tres Metros Sobre El Cielo conta com a atmosfera de aventura e o choque entre duas personalidades adolescentes extremamente opostas, o que gera humor e aproximação pelo enredo. Além do mais, ver dois jovens saírem de sua zona de conforto para enfrentar novos desafios sociais nos faz voltar a época em que éramos adolescentes e seguíamos contra tudo e todos em busca de uma chance de sermos aceitos e felizes.

Sem falar nas relações familiares e de amizades que são bastante presentes e fortes na construção da trama. Como a amizade de H com Pollo e a de Babi com Katina, por exemplo. Amizades que atravessam tempestades e que nos fazem lembrar o sentido de ser amigo. Uma curiosidade é que a química entre os personagens principais foi tão absurda que os atores, Mario Casas e María Valverde, engataram um romance na vida real.

  • Sou Louco Por Você

245px-Tengo_ganas_de_tiSou louco por você (Tengo Ganas de Ti), por sinal, é a continuação de Tres Metros Sobre El Cielo, lançado na Espanha em 2012. O longa também é uma adaptação da obra De Frederico Moccia e dá continuidade a história de Babi e Hache.

Decorridos três anos após a separação do casal, Hache retorna à Espanha com Babi ainda em seu coração, apesar de a moça já estar em outro relacionamento. O retorno de H não traz só lembranças à tona, como também velhos hábitos e uma misteriosa garota, Gim, que parece já conhece-lo. Enquanto H se reconecta com as pessoas de seu passado, inicia um romance incerto com Gim.

Diferente de seu primeiro amor, Gim é uma mulher geniosa, espontânea, cheia de sorrisos, com talentos excepcionais e parece ser a grande chance de H tirar Babi de vez da cabeça. No entanto, parece. Veja bem.
Diante de mudanças e do crescimentos dos personagens, novos desafios são enfrentados, como as relações entre mãe e filho ou entre irmãs/irmãos, que se fazem presente ao longo da trama e nos deixam com os olhos vazando, diga-se de passagem. Outro ponto forte é resolução dos conflitos que ficaram abertos na trama anterior e as consequências que essas resoluções podem acarretar. Bônus para a trilha sonora também! Xiiii, posso dizer mais nada sem revelar SPOILER.

tengo-ganas-de-ti01_ampliacion

Minha gente, quase surtei ao descobrir que Tres Metros Sobre El Cielo tinha continuação e não tardei a conferir. Devo dizer que foi igualmente apaixonante acompanhar os personagens, embora tenha ficado com o gostinho amargo de inacabado na boca (não posso explicar mais sem mencionar spoiler). Por outro lado, a personagem Gim foi uma surpresa muito agradável. É uma mulher forte, atrevida e que não se deixa ser diminuída.
Ah! O filme também foi sucesso de bilheteria.

Lobas e lobos, super indico os filmes. Sem dúvidas, eles são mais do que minhas palavras poderiam interpretar. Tem muito romance, mas não se trata apenas disso. Trata-se de escolhas e de como a vida pinta seu próprio curso. E outras, os livros são obrigatórios para quem gosta de romance e da pegada Young Adults. Vou ficando por aqui e até o próximo Inspiradicas. Não deixem de me contar o que acharam, ok?

Beijos, beijos a loba da vez.

O Expresso de Hogwarts nos aguarda!

Olá, minha gente! Passando bem rapidinho aqui só para compartilhar com vocês um “Auuu” de muita empolgação.

Ilustração por Karen Coombes.

Ilustração por Karen Coombes.

Hoje é 1º de setembro e é a data em que todos os alunos no Universo de Harry Potter estão voltando a Escola de Magia e Bruxaria de Hogwarts. E para manter vivo o espírito, JK Rowling relembrou aos fãs que hoje seria a data em que o filho mais velho de Harry com a Gina, James Sirius Potter, (o nome do meio é tão lindo!) estaria seguindo rumo ao seu primeiro dia de aula.

Como todos os fãs, fiquei super empolgada quando vi o twitter da escritora e o lembrete ganhou tanta força que acabou colocando a hashtag #BackToHogwarts ou #DevoltaAHogwarts nos trending topics da rede social nesta terça-feira.

Dá só uma olhadinha no que a autora twittou:

“I’m in Edinburgh, so could somebody at King’s Cross wish James S Potter good luck for me? He’s starting at Hogwarts today. “.

Em outras palavras: “Estou em Edimburgo, então, alguém em King’s Cross poderia desejar boa sorte ao James S Potter por mim? Ele está começando em Hogwarts hoje”.

A gente bem sabe que é na estação King’s Cross onde fica a plataforma 9 ¾ que dá acesso ao trem para Hogwarts. E quem nunca se imaginou atravessando aquela coluna e dando de cara com o trem, os alunos, as malas, os bichos de estimação e os familiares dando adeus? Sem dúvidas, eu já.

imagens retiradas da internet.

Posso ainda não ter mencionado por aqui no blog, mas sempre fui super fã do universo do bruxinho e da JK Rowling, quem sempre foi uma inspiração para mim. Não perdia a estreia de um livro ou de um filme. Juntava-me as minhas primas e comemorava todas as datas importantes do Universo. Os livros nunca eram o suficiente e as revistas de edições especiais também não. Mergulhava em magia através das páginas dos livros e me apaixonava com as histórias particulares de cada personagem. Decorava até mesmo as falas de quase todos os filmes. Com toda a certeza e nenhuma dificuldade, afirmaria que a saga de Harry Potter me acompanhou por anos a fio e ajudou a moldar parte de mim e parte da minha escrita.

Ora, ainda lembro-me de quando brincávamos. Escrevíamos cartas e deixávamos na caixa do correio só para fingir que havíamos as recebido de Hogwarts. Fabricávamos varinhas falsas com palito para cabelos e praticávamos os feitiços. Sem falar nas lágrimas derramadas e nos risos escapulidos dentro das sala de cinemas.

Ai que saudades desses tempos tão bons! Felizmente, vem filme do universo por aí, Animais Fantásticos e Onde Habitam. E a expectativa é praticamente a mesma: faltam 744 dias para a estreia do filme!

Vou ficando por aqui, já que só queria compartilhar o acontecido com vocês.

Beijos, beijos a loba da vez.

Resenha: Homem-Formiga – Filme

Saudações positivas para vocês, leitores! Amanhã já é sexta e daqui a pouco estamos desfrutando do fim de semana. Auuuu, coisa boa! No Literaócio de hoje resolvi trazer novidade fresquinha e recém-saída do forno: a nova estreia da Marvel, Homem-Formiga/Ant-Man.

Os filmes da Marvel são bastante esperados e, talvez, seja por isso que a expectativa acabe te deixando com aquele gostinho de crítica na boca e com aquele pensamento recorrente na cabeça: esperava mais.

A Marvel acabou me decepcionando (exceções: Guardiões da Galáxia e Demolidor), mas isso é história para outros dias. Há quem diga que a história (Homem-Formiga/Ant-Man) adaptada para o cinema chega a ser mais coerente que a dos quadrinhos e tece críticas boas para o “filme pequeno” da Marvel.

Contudo, ainda não estou certa de tecer apenas positividade sobre a nova aposta. Não posso negar que minha relação com a Marvel sempre foi de inquietação. Inquietação quanto aos estereótipos dos personagens, como vilões e heróis, quanto ao exagero no sentindo de ir contra em relação aquilo que se afirma do próprio mundo (No início, sempre é dito algo que é impossível de ser feito ou acontecer e sempre acaba acontecendo no final) e quanto ao enredo um tanto fraco e apelativo para a ação. Então, talvez, só talvez, minha crítica não seja tão válida.
Enfim, vamos ao filme?

Pôster do filme Homem-Formiga nos cinemas.

Pôster do filme Homem-Formiga nos cinemas.

Lançamento: 16/07/2015;
País de origem: EUA;
Direção: Peyton Reed;
Sinopse:
“O ladrão Scott Lang (Paul Rudd) começa a trabalhar para o cientista Dr. Hank Pym (Michael Douglas) a fim de reaver uma fórmula que permite o encolhimento de um homem até o tamanho de uma formiga. Mas a missão de recuperar a fórmula se transforma na luta para salvar o mundo das mãos do antigo sócio de Pym, Darren Cross (Corey Stoll), conhecido como Jaqueta Amarela.”

O filme faz um paralelo entre o primeiro Homem-Formiga, Hank Pym, e o segundo, Scott Lang, através da preparação para a missão já planejada pelo estudioso Hank contra seu formidável e nada cativante aprendiz, Darren Cross.

No início, somos apresentados a empresa do cientista/herói e a sua preocupação em manter seu segredo a salvo, enquanto nos é apresentado o ex-presidiário e especialista em roubo, Scott Lang, a sua vida nada promissora e a sua discrepância em relação a sua antiga família e sua pequena filha.

Daí se desenrola o primeiro ponto positivo: o cenário secundário não é romance (ao menos). Pelo contrário, temos um paralelo de conflitos entre pais e filhas, protagonizado por Scott Lang e sua filha, Cassie e por Hank e sua filha, Hope, quem é já adulta.

Outro ponto positivo é a comicidade de alguns personagens. Comédia sempre foi um elemento integrante nos filmes da Marvel. Contudo, devo dizer que este realmente consegue atender a definição de comédia. É cômico, fazer o quê.

Os últimos pontos positivos são quanto a qualidade das cenas de ficção do herói  e o modo como a batalha final foi pensada. Os efeitos são bons… Tudo bem, são ótimos. Não, são explosivos. E a batalha no quarto da filha de Scott é criativa e incomum de acordo com os padrões da Marvel (não foi tão exagerada e, na verdade, para o conceito do filme (encolher/aumentar) foi cabível e plausível).

É. Fui justa. Mas deixa eu ser só mais um pouquinho? No mais, o filme segue a linha de sempre: narrativa previsível, lenta e fácil, vilão vítima de clichê, herói não muito heroico (quero dizer, uma missão lhe foi dada e ele cumpriu e só)…
Minha conclusão? Até que foi bom para um filme da Marvel (haters gonna hate!).

E você aí, precioso leitor, não se sinta desanimado, pelo contrário, vá tirar suas próprias conclusões acerca do filme!

Beijos, beijos a loba da vez.

Resenha: Cidades de Papel – Filme

Saudosos uivos, leitores! Quero dizer: Volteeei!

Semana passada fui conferir no cinema a estreia da mais nova adaptação para as telonas do querido John Green: Cidades de Papel.
O filme já era bastante esperado pelos fãs do autor e dos atores que deram vida aos personagens principais da história, Nat Wolff e Cara Delevingne.

Fui sem pretensões e sem muitas expectativas. Não li o livro (muita gente falou sobre a história do livro para mim e acabei desistindo), então não estava e nem estou em posição de comparar criticamente a obra; também não é este o meu propósito. Quero apenas compartilhar um feedback de uma telespectadora qualquer que decidiu ir ao cinema para assistir a um filme jovial, e não me decepcionei. Vamos a resenha? (Mantenha a compostura, não tem spoiler).

Cidades de Papel - Pôster

Cidades de Papel – Pôster do filme.

Sinopse: “”Cidades de Papel” é uma história sobre amadurecimento, centrada em Quentin e em sua enigmática vizinha, Margo, que gostava tanto de mistérios, que acabou se tornando um. Depois de levá-lo a uma noite de aventuras pela cidade, Margo desaparece, deixando para trás pistas para Quentin decifrar. A busca coloca Quentin e seus amigos em uma jornada eletrizante. Para encontrá-la, Quentin deve entender o verdadeiro significado de amizade – e de amor.”

O filme é uma divertida aventura adolescente que trata de assuntos como crescimento, relacionamento e amizade. A história se desenrola de forma gostosa e nos proporciona algumas boas risadas.

Margo, a paixão platônica do protagonista, Quentin, é o fogo da lareira. É ela quem move a narrativa, quem traz mistério e aprendizado para o jovem Quentin, apesar de algumas vezes não ser nada intencional. Ora, Margo é uma incógnita e das boas: é uma incógnita até para ela mesma. Fora amiga de Quentin durante a infância, no entanto, diante das personalidades contrárias, os dois acabam por se distanciar ao longo do colegial.

Em uma noite diferente a vizinha, Margo, invade o quarto do antigo amigo, Quentin, e o convida para uma madrugada de aventuras. E daí tudo acontece de forma linear e rápida sem dar espaço para bocejos… Tudo bem, quem sabe quase abrimos a boca algumas vezes. Normal para um filme desse gênero. No mais, os cenários são bem convidativos e a trilha sonora também não deixa a desejar.

Não posso deixar de ressaltar que o final deixou um cheiro de descontentamento no ar. Ora, o modo como as coisas terminam não é esperado e nos deixa meio tonto em relação a personalidade de Quentin (o jovem é mais um clichê de filme adolescente que se apaixona pela garota popular da escola e a tal da paixão é o que define ele), mas é coerente com as lições da narrativa. E que lições!

Destaque para os dois melhores amigos de Quentin, Radar e Ben que trazem toda uma graça e amabilidade para a atmosfera da história.

Para a ideia inicial do filme sobre a personagem Margo a atuação de Cara pode ter deixado um pouco a desejar. Ora, Margo supostamente deveria ter mais “muiteza”, como costumava dizer nosso adorável amigo chapeleiro. Para Quentin a atuação de Nat Wolff nem acrescentou ou amenizou. Digamos que ele incorporou o personagem: comum.
É isso, para um filme a lá “sessão da tarde” foi “muito bem, obrigado”.

Eu gostei de ter ido ao cinema e partilhar com os personagens as descobertas divertidas da adolescência e você? Vai um cineminha aí? Não esqueçam de me contar o que acharam!

Beijos, beijos a loba da vez.