Das sagas literárias que irão virar filmes!

Auuuuuu, caros leitores! Como estão/vão?

Hoje vim ter com vocês que gostam um cadinho de ler sobre fantasia e romance. Sim, você que está aí do outro lado da telinha, que viaja pelos mundos da literatura e acompanha as angústias, felicidades e loucuras dos personagens e ainda não sabia se aquela história guardada do lado esquerdo do peito seria adaptada para as telonas, vem cá saber mais.

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  • “A Seleção”:

Depois de muitas tentativas, de uma possível gravação e de um burburinho sobre uma série televisiva a saga “A Seleção” da nossa querida Kiera Cass que já esteve aqui no Brasil, inclusive em Fortaleza, irá para as telonas. Sim, caros leitores, vocês não leram errado. Aprumem os tambores porque a América vem aí. A Warner Bros comprou os direitos cinematográficos da autora. Reza a lenda que o roteiro será feito por Katie Lovejo e nada além disso foi decidido ainda, mas, sim, vai ter filme. Uma prece, por favor!

Já finalizei minha leitura da saga e em breve irei compartilhá-la aqui. Contudo, de antemão, gostaria de saber quem aqui já leu A Herdeira? Gostou? Ainda não li, talvez seja receio de como o enredo será/foi conduzido, uma vez que já foi bastante explorado.


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  • “As Crônicas do Matador do Rei”:

Sim, o universo fantástico criado por Patrick Rothfuss ganhou uma tremenda liberdade de adaptação audiovisual através de uma proposta da Lionsgate (é, aquela danada que é a mesma das franquias Jogos Vorazes, Divergente, Crepúsculo e por aí vai). Para quem não sabia, o Rothfuss não tinha nenhum interesse que suas obras se transformassem em séries grandiosas da televisão. Na verdade, chegou até mesmo a compartilhar o sentimento em seu blog pessoal. No entanto, a proposta da Lionsgate balançou o autor que agora pede aos fãs de seus escritos que comemorem e se sintam felizes… Ah! e que não se preocupem, ele pretende acompanhar todo o processo de perto.

Sou suspeita para falar já que simpatizo demais com o universo. Então, só espero que o resultado seja satisfatório, o que acho difícil.


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  • “Fronteiras do Universo”:

Genteeee, a trama da série literária Fronteiras do Universo ou A Bússola de Ouro (filme lançado em 2007) vai virar série televisiva. Sim, pode gritar e pular. Eu fiquei de cara com a notícia e estou super ansiosa para ver aonde isso vai dar. Conheci o Philip através do filme que infelizmente não teve continuação devido a baixa bilheteria e fiquei encantada com os temas abordados nos livros da saga Fronteiras do Universo. Tem de tudo um pouco, fantasia, física, filosofia, teologia e o que falar da ideia espiritual dos “Daemons”? Genial! E o que falar sobre a pequena grande Lyra? Tá aí uma menina arretada de baum! A BBC anunciou recentemente que será uma minissérie de 8 episódios baseada nos três livros lançados por Philip Pullman, A Bússola de Ouro, A Faca Sutil e A Luneta Âmbar.


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  • “Perdida”:

É claro que não poderia faltar um anúncio que diz respeito a nossa terrinha brasileira. Carina Rissi confirma e responde em seu próprio site que a Amberg Filmes fez o convite para produzir e estrelar a trama nas telonas e que a autora aceitou na hora, é claro. De acordo com ela, está participando do roteiro junto a Luca Amberg e o desenrolar depende dos patrocinadores.

Procurei reunir mais informações sobre, mas não consegui muito. O importante é que a autora é bacana e está mantendo os leitores inteirados a respeito de qualquer novidade.


Minha gente, dei uma passadinha rápida para compartilhar essas notícias porque elas aqueceram meu coração. E devo dizer novamente que ando sumida mesmo e me desculpem, mas estão acontecendo muitos rebuliços por essas bandas da floresta e tá difícil de eu estar por aqui mais vezes.

Espero que esse quadro se reverta para eu voltar a puxar a manga de todo mundo aqui, interagindo e fazendo perguntas sobre os posts.

Tenham um domingo e uma semana de luz!

Beijos, beijos a loba da vez.

Resenha: A Música do Silêncio – Patrick Rothfuss.

Auuuuuuuuuuuuuuu, auuuuuuuuuuuuuuu!

Espera! Antes de ler o post tenho que avisar. Calma que não é SPOILER. Relaxou? Sigamos em frente. Se você não conhece o mundo fantástico do escritor americano Patrick Rothfuss ou se você não gosta de passar o tempo com uma leitura monótona e cheia de segredos, então fique por aqui. Caso contrario, sinta-se a vontade para saber mais um pouquinho sobre A Música do Silêncio.

Com 144 páginas, o livro é uma variação do enredo da Crônica do Matador do Rei, ou seja, pertence ao maravilhoso mundo do nosso adorado Kote e fui publicado no início desse ano, em Janeiro de 2015, através da Editora Arqueiro. Quem pega um exemplar nas mãos na livraria, dá de cara com a afirmação: “Este é um livro diferente”. Sim, é muito diferente. A escrita, então, nem se fala. É mais que meticulosa se comparada a outros enredos. Vamos a sinopse?

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Sinopse: Debaixo da Universidade, bem lá no fundo, há um lugar escuro. Poucas pessoas sabem de sua existência, uma rede descontínua de antigas passagens e cômodos abandonados. Ali, bem no meio desse local esquecido, situado no coração dos Subterrâneos, vive uma jovem. Seu nome é Auri, e ela é cheia de mistérios. A música do silêncio é um recorte breve e agridoce de sua vida, uma pequena aventura só dela. Ao mesmo tempo alegre e inquietante, esta história nos oferece a oportunidade de enxergar o mundo pelos olhos de Auri. E nos dá a chance de conhecer algumas coisas que só ela sabe… Neste livro, Patrick Rothfuss nos leva ao mundo de uma das personagens mais enigmáticas da série A Crônica do Matador do Rei. Repleto de segredos e mistérios, A Música do Silêncio é uma narrativa sobre uma jovem ferida em um mundo devastado.

O livro conta com descrições objetivas das variações e dos locais do subterrâneo, onde Auri passa a maior parte da aventura, já que lá é o seu lar, e aos poucos vamos conhecendo mais sobre a vida misteriosa de Auri. Nas primeiras linhas, percebemos como ela se relaciona com o lugar, como se fosse parte integrante dele e não apenas uma ocupante. Apesar de suspeitarmos dos sofrimentos que marcaram a vida de uma menina que se revela deveras inteligente, conseguimos captar a sua amistosa amizade, a sua graça em um lugar que é tão sujo e obscuro e a sua resistência em gostar do que é certo e de direito.

A narrativa não traz grandes surpresas, mas atestam um pouco da história de Auri, que a gente já suspeitava. Como, por exemplo, Auri não é o seu nome verdadeiro ou o fato de a moça ter sido estudante de Alquimia na Universidade. Temo que outras informações sejam dadas como SPOILER, então deixo a decisão de leitura com vocês.

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Na minha opinião, se é que ela vale de alguma coisa, a leitura se tornou maçante por conta da quantidade de descrição e da falta de um clímax característico. A falta de um desfecho meio que desmotiva a continuação da leitura e altera os ânimos. Apesar de acreditar que a escolha da narrativa descritiva funcionou muito bem para criar em nosso imaginário todas as ramificações do subterrâneo, não nego que foi uma escolha perigosa. Deveras, na verdade. Uma escolha que colocou em risco o ritmo, a continuidade e a progressão da história. Então,  concordo com o próprio autor ao escrever:

“Então. Se você leu este livro e não gostou, me desculpe. A culpa é minha. Esta é uma história estranha. Talvez você a aprecie melhor numa segunda leitura. (Quase todos os meus livros são melhores da segunda vez.) Mas também pode ser que não. Se você é uma das pessoas que acharam esta história desconcertante, tediosa ou confusa, peço desculpas. A verdade é que provavelmente ela não era para você.”

Esse trechinho é do próprio Patrick Rothfuss que já sabia da possibilidade do livro não ser bem aceito por todos os seus leitores. Bacana da sua parte em ser sincero e dar a chance do leitor que acompanha o Kote escolher, não é?

Perdão se acabei jogando um balde de água fria nos ânimos, essa não era minha intenção, só quis esclarecer minha opinião e deixar em aberto para você, caro leitor, fazer a sua escolha.

Um final de semana de luz para nós e até o próximo Litera! Ah! Não esqueçam de me contar se já leram e o que acharam ou se ainda vão ler. Olha lá, que o feedback de vocês é essencial. É muito bom deixar o post aberto para discussão e receber a opinião de todos.

Beijos, beijos a loba da vez.

Agradecer é uma virtude!

Auuuuuu, auuuuuuuuuu, leitores de todas as tribos!

Voltei a dedilhar depois de minha longa reserva de treze dias e não poderia estar mais feliz. Gente, o blog já conta com mais de 150 seguidores e eu nem mesmo acredito nesse número. Ele é além. Além de expectativas, além de desejos e além de meus sinceros e singelos agradecimentos.

Nesse tempo fiquei reclusa por conta da saúde e não só senti muita falta de escrever para outrem como também senti falta de acompanhar as notícias e os posts dos blogs que sigo e, principalmente, das pessoas por trás deles. E hoje só quero agradecer por fazer parte da blogosfera e por ter encontrado tanta gente bacana.

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Quando iniciei o blog não nego que sonhei em ter vários seguidores e muita gente super bacana para compartilhar comigo um pouco do meu mundo e de meus escritos. Quem nunca? Mas daí na prática a gente acaba se dando conta de que não é tão fácil ou tão rápido que as coisas acontecem. É preciso atenção, dedicação e humildade para ser aceita como nós realmente somos.

E, aos poucos, é isso que tenho visto e vivido na blogosfera. Conheci pessoas excepcionais e outras inspiradores. Conheci blogueiros(as) que me receberam muito bem e tiveram o cuidado de acompanhar minhas ralas e tão queridas palavras. Enfim, só tenho a agradecer.

Sei que andei afastada e não tenho postado com tanta frequência, mas é que minha vida está meio bagunçada (para variar – ironia) e ando sem tempo – o mal que acomete a todos nós. Mas tenho posts prontos e outros pensados e também estou com três Tags para responder que serão postadas em breve.

Então, a comemoração é minha, mas vocês que merecem todo o crédito. Agradeço, agradeço e agradeço! Reuni três notícias interessantes do mundo das sagas que foram divulgadas nos últimos dias para a gente dar aquele sorriso, olha só:

  • Jogos Vorazes: A Esperança – O final teve a data de estreia adiantada aqui no Brasil.

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É, Tordos, podemos comemorar que no dia 18 de novembro vai ter fim a espera pelo desfecho da saga nas telonas e foi a própria Paris Filmes quem anunciou no final de setembro. Já viram o último trailer divulgado?

Quem aí já garantiu o ingresso? Corre para não perder a estreia!

  • Lançamento do livro ilustrado de Harry Potter.

por Jim Kay

Pottermaníacos podemos comemorar! Chegou às lojas, na última terça-feira, dia 6 de outubro, o livro ilustrado de Harry Potter e a Pedra Filosofal, publicado pela Editora Scholatic nos Estados Unidos e no Reino Unido pela Bloomsbury. Para quem gostar de ler em inglês já dá para garantir o seu exemplar e quem preferir a versão traduzida terá de esperar até 2016, lançamento previsto pela Editora Rocco.

Apesar de estar roendo as unhas para me maravilhar com as ilustras, eu vou esperar e você?

  • A Série Divergente: Convergente ganha trailer dublado.

Allegiant = Convergente.

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Recentemente houve uma mudança nos títulos que se referiam as últimas adaptações da saga Divergente para as telonas. Antes, nomeada de A Saga Divergente: Parte 1 e 2, agora é nomeada de A Saga Divergente: Convergente e Ascendente, respectivamente.

O que acharam do trailer? A estreia de Convergente está prevista para 16 de março aqui no Brasil. Aguenta coração!

E para fechar o post com sorriso de ouro, compartilho aqui um projeto que tomei conhecimento nos últimos dias e me identifiquei demais:

  • “Ser Frida Kahlo” por Juliana Krupahtz.

No início, era apenas um trabalho acadêmico da estudante Juliana Krupahtz da Universidade Federal de Santa Maria que tinha o objetivo de retratar mulheres que se identificassem com algum momento da vida da artista Frida Kahlo. Agora, no entanto, é um verdadeiro projeto de empoderamento feminino que explana as variadas nuances da alma feminina por meio da trajetória de Frida.

Um projeto que evidencia dores, fragilidades, incertezas, auto descobrimento e muitas das sensações/emoções que Frida pintou e atravessou e que toda mulher é capaz de se identificar. O trabalho primoroso de Juliana está no Cartarse com o intuito de virar um livro com 10 pinturas de Frida recriadas em fotografia que irão contar com depoimentos das modelos voluntárias contando o motivo de se identificarem com cada retrato. Você também pode apoiar, clicando aqui.

Trabalho belíssimo, não é mesmo? Espero que tenham gostado do post e também espero continuar com o carinho e acompanhamento de vocês. Muito obrigada, lobos e lobas da nossa selva!

Beijos, beijos a loba da vez.

Uma espiada na Geeek Expo em Fortaleza!

Auuuu, leitores! Como foi o fim de semana?

Depois dessa semana curtinha voltamos a rotina comunal e não podemos perder o ânimo, apesar das dores de cabeça, do cansaço e da preguicinha que nos abate toda segunda-feira. Afinal, nova semana pode ser sinônimo de novos começos.

Está uma correria por aqui, mas eu precisava vir compartilhar esse “auu” com vocês e contar um pouquinho da Geek Expo, evento cultural, que rolou nesse fim de semana aqui na minha terrinha. E como o próprio nome já diz, teve de tudo um pouco acerca do mundo nerd. Quadrinhos, heróis, heroínas, vilões; Literatura, discussão sobre obras fantásticas e adaptações para o cinema dos universos literários que fazem a cabeça da galera, como Tolkien, J.k Rowling, Martin, Suzanne Collins e etecéteras; Séries, como Doctor Who e sagas, como Star Wars; Exposição de vídeo games e muitos artigos de colecionador; Presença de desenvolvedores de games cearenses e dos queridos Guilherme Briggs e Anderson Gaveta; Oficinas de escrita, desenhos, ilustrações e muita coisa boa.

Assim que cheguei, dei uma breve olhada e corri para participar da Oficina de Escrita de Literatura Fantástica que foi sucesso com o conteúdo e com a interação da galera e ministrada por dois escritores/editores/talentosos/cearenses, Moacir de Souza Filho e Wilson Júnior. Antes de contar mais sobre a oficina, deixa eu apresentar essas duas promessas no cenário literário do Ceará e do Brasil.

Wilson e Moacir comandando a oficina de escrita na GeekExpo.

Wilson e Moacir comandando a oficina de escrita na GeekExpo, sábado, dia 12

10648277_787455157979966_5764697361858914280_o Moacir é um escritor com olhar aguçado para a revisão, colunista no site INtocados, onde publica conto e noveletas dos mais variados gêneros, já tem duas publicações através da Editora Buriti, Coletâneas Mundos e Híbridos. Também publicou em revistas, como Revista Trasgo, Revista Somnium e Revista Bacanal. Além do mais, ganhou três prêmios: Ideal Clube, Novos Contistas do Nordeste e na Fanstastologia, antologia de contos. É, tava pensando que o cara era fraco? Ledo engano. Para contato: https://www.facebook.com/moacir.msf.

11206962_866760350084721_4442053467996105027_nO Wilson também não fica para trás. Ele é escritor/editor/faz-tudo e deixa eu te contar o motivo: o Wilson encoraja e cria inúmeros projetos na literatura cearense. Saca só: é colunista e editor no INtocados, no Multiversos e no Iradex.net, todos sites de entretenimento que falam sobre literatura, séries, filmes e coisas geek. Nesses sites, ele tem colunas de contos que são abertas a escritores iniciantes e que promovem verdadeiros incentivos a diversos gêneros da literatura. Por exemplo, no Multiversos os contos possuem uma pegada mais HQ a fim de proporcionar uma mistura da cultura brasileira com o universo dos quadrinhos. Além disso, também publicou na Coletânea Híbridos. Não é o máximo? Para contato: http://www.facebook.com/wilson.junior.165.

Agora, vamos a oficina. Os meninos realizaram uma introdução plausível que conseguiu abranger muito da literatura fantástica nacional e internacional, como narrativas mitológicas, folclóricas, contos de fadas e até mesmo horror. Explicaram mais acerca da unidade de escrita conto: o que é, como produzir e como se apresentam as referências fantásticas. Deram super dicas para iniciantes, falando de aspectos importantes como a narrativa, o tempo, a unidade de ação e sem deixar de lado a revisão, parte crucial da escrita. Teve tira dúvidas, um estudo de caso e rolou até sorteio do livro Mundos.

Foi a primeira vez que fui apresentada como escritora para uma plateia (YAAY!), os meninos acabaram falando de mim e sobre o meu trabalho. Olha a loba na área! Imagine a emoção de ter vários olhinhos desconhecidos em cima de você pela razão de fazer o que faz de ti quem é: escrever. Foi insano!

Eu, Moacir, Wilson e nossos respectivos parceiros/noivos. Créditos da imagem por Vlad Xavier.

Eu, Moacir, Wilson e nossos respectivos parceiros/noivos. Créditos da imagem por Vlad Xavier.

Colegas de escrita, já que agora também sou colunista no INtocados (yes!), que tive o prazer de conhecer pessoalmente e que até agora sou muito grata a eles pelas oportunidades.  Quem tiver se interessado, no post estão os links dos sites onde os trabalhos dos meninos são divulgados. Vale a pena dar uma conferida e para quem gosta de fantasia são leituras obrigatórias simplesmente pelo motivo de que eles são bons e se empenham no que fazem.

Continuando o passeio… É, minha gente, teve mais. Espaço particular para artistas e desenhistas independentes com seus mais variados trabalhos, tinha gente desenhando e fazendo caricaturas na hora. Muito talento e muita loucura. Feirões de quadrinhos e uma par de coisas para colecionador, sem falar nos desfiles de Cosplay e na entrega do I Prêmio Al Rio de Quadrinhos, homenagem realizada a quadrinistas e a todos que decidiram se dedicar a essa arte.

Também teve os magníficos óculos RIft. E eu e o mozão nos aventuramos e testamos essa tecnologia danada. É muito real e não tem como fugir das sensações. A nossa experiência foi em uma montanha russa deveras mágica, entre vilarejos, lagos, neve e construções históricas. Realmente me senti dentro de um mundo totalmente desconhecido e a vontade de explorá-lo ficou já que durou pouco.

O post foi voltado para as minhas experiências no evento e peço perdão se ele ficou um pouquinho grande, mas, gente, tinha que falar de tudo que foi mara, certo? Espera, que ainda não acabou! Com o aval do Wilson, deixo aqui o convite para você que escreve histórias/contos/textos arriscar e mandar o seu para: contos@iradex.net, para quem quiser tentar no Iradex.net; contosintocados@gmail.com, no INtocados; multiversosliteratura@gmail.com, no Multiversos. Eu vou me arriscar e você?

Vou ficando por aqui, até o próximo literaócio, minha gente.

Beijos, beijos a loba da vez.

O Expresso de Hogwarts nos aguarda!

Olá, minha gente! Passando bem rapidinho aqui só para compartilhar com vocês um “Auuu” de muita empolgação.

Ilustração por Karen Coombes.

Ilustração por Karen Coombes.

Hoje é 1º de setembro e é a data em que todos os alunos no Universo de Harry Potter estão voltando a Escola de Magia e Bruxaria de Hogwarts. E para manter vivo o espírito, JK Rowling relembrou aos fãs que hoje seria a data em que o filho mais velho de Harry com a Gina, James Sirius Potter, (o nome do meio é tão lindo!) estaria seguindo rumo ao seu primeiro dia de aula.

Como todos os fãs, fiquei super empolgada quando vi o twitter da escritora e o lembrete ganhou tanta força que acabou colocando a hashtag #BackToHogwarts ou #DevoltaAHogwarts nos trending topics da rede social nesta terça-feira.

Dá só uma olhadinha no que a autora twittou:

“I’m in Edinburgh, so could somebody at King’s Cross wish James S Potter good luck for me? He’s starting at Hogwarts today. “.

Em outras palavras: “Estou em Edimburgo, então, alguém em King’s Cross poderia desejar boa sorte ao James S Potter por mim? Ele está começando em Hogwarts hoje”.

A gente bem sabe que é na estação King’s Cross onde fica a plataforma 9 ¾ que dá acesso ao trem para Hogwarts. E quem nunca se imaginou atravessando aquela coluna e dando de cara com o trem, os alunos, as malas, os bichos de estimação e os familiares dando adeus? Sem dúvidas, eu já.

imagens retiradas da internet.

Posso ainda não ter mencionado por aqui no blog, mas sempre fui super fã do universo do bruxinho e da JK Rowling, quem sempre foi uma inspiração para mim. Não perdia a estreia de um livro ou de um filme. Juntava-me as minhas primas e comemorava todas as datas importantes do Universo. Os livros nunca eram o suficiente e as revistas de edições especiais também não. Mergulhava em magia através das páginas dos livros e me apaixonava com as histórias particulares de cada personagem. Decorava até mesmo as falas de quase todos os filmes. Com toda a certeza e nenhuma dificuldade, afirmaria que a saga de Harry Potter me acompanhou por anos a fio e ajudou a moldar parte de mim e parte da minha escrita.

Ora, ainda lembro-me de quando brincávamos. Escrevíamos cartas e deixávamos na caixa do correio só para fingir que havíamos as recebido de Hogwarts. Fabricávamos varinhas falsas com palito para cabelos e praticávamos os feitiços. Sem falar nas lágrimas derramadas e nos risos escapulidos dentro das sala de cinemas.

Ai que saudades desses tempos tão bons! Felizmente, vem filme do universo por aí, Animais Fantásticos e Onde Habitam. E a expectativa é praticamente a mesma: faltam 744 dias para a estreia do filme!

Vou ficando por aqui, já que só queria compartilhar o acontecido com vocês.

Beijos, beijos a loba da vez.

Resenha: O Nome do Vento – Patrick Rothfuss

Uivos de saudações, leitores! Está um quinta de sol e muita expectativa por aqui. E por aí?

Este será o último post da semana porque viajarei durante o fim de semana e esse é o motivo da minha expectativa. É uma viagem curta e de descanso, mas não posso negar minha alegria, já que sou uma verdadeira admiradora da natureza e dos lugares bonitos da minha terrinha.

Enfim, mas hoje no Literaócio vim falar do primeiro volume (ou primeiro dia) da Crônica do Matador do Rei, uma série fantástica escrita por Patrick Rothfuss. O Nome do Vento, lançado em 2009 pela editora Arqueiro, conta com 656 páginas sobre o desenrolar de um mito.

O Nome do Vento: arte da capa por Marc Simonetti.

O Nome do Vento: arte da capa por Marc Simonetti.

Sinopse: Ninguém sabe ao certo quem é o herói ou o vilão desse fascinante universo criado por Patrick Rothfuss. Na realidade, essas duas figuras se concentram em Kote, um homem enigmático que se esconde sob a identidade de proprietário da hospedaria Marco do Percurso. Da infância numa trupe de artistas itinerantes, passando pelos anos vividos numa cidade hostil e pelo esforço para ingressar na escola de magia, O nome do vento acompanha a trajetória de Kote e as duas forças que movem sua vida: o desejo de aprender o mistério por trás da arte de nomear as coisas e a necessidade de reunir informações sobre o Chandriano – os lendários demônios que assassinaram sua família no passado.

Meu primeiro contato com o livro foi na prateleira de uma livraria. Fiquei a fitar a arte da capa por não sei quantos segundos e minha mente só sussurrava: aventura, aventura, aventura. Ora, sempre fui amante de uma boa saga: Tolkien, C.S Lewis, JK Rowling, Christopher Paolini, entre outras. Vi Patrick, um nome até então desconhecido, carregando uma proposta de aventura fantástica e não pensei duas vezes em levar o livro para casa. Comecei a ler o quanto antes.

A narrativa conta a história do protagonista através do próprio. Como é que é?

Pois é, Patrick Rothfuss foi muito inteligente ao escolher dois narradores para dar conta de uma aventura que se desenrola em níveis libertadores. Primeiro, o narrador clássico em terceira pessoa que dá a narrativa a oportunidade de uma visão mais ampla. Segundo, o narrador em primeira pessoa, que acaba tornando a narrativa, ao mesmo tempo, mais intimista e realista ou não, já que é o próprio protagonista quem conta a sua versão dos fatos.

Em O Nome do Vento somos envolvidos com o mito de um tal Matador do Rei que é conhecido também por vários outros nomes, o Kvothe de codinome Kote.

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É, o danado do Patrick não criou apenas uma história, mas uma verdadeira lenda viva dentro de seu fantástico universo. E essa lenda decidirá contar a verdade do início, desenrolar e desfecho de sua trajetória em exatos três dias (cada livro corresponde a um dia), após a insistência de um cronista que suspeitara de sua verdadeira identidade desde que topara com Kote.

A narrativa parte de um presente cheio de mistério com personagens curiosos para um passado onde, aos poucos e com muito respeito a trajetória da lenda viva, as coisas vão sendo explicadas. Estou falando do Kote, que num primeiro momento nos é apresentado como um singelo e enigmático homem, proprietário da Pousada Marco do Percurso. Kote é o mocinho, de início, que é tão humano quanto nós e já sofreu um bocado. E cê quer saber o motivo de eu ter dito de início? Ora, ao longo das páginas, começamos a nos perguntar se o mesmo mocinho não seria o tal vilão da própria trajetória. A dúvida só não é sanada por conta de um grupo conhecido como o Chandriano, esse daí parece ser o vilão da aventura.

Pensa que acabou por aí? Não. Temos verdadeiras histórias que recontam e personificam muitas de nossas crenças. Temos a alquimia, um velho mestre de beira de estrada, o desejo do protagonista de estudar magia e a arte de nomear as coisas (que, diga-se de passagem, é fantástica), desejo esse que é custeado através de muitos percalços e preâmbulos recheados de sofrimento e lições de crescimento. E a Universidade, é claro. Escola diferente de qualquer outra. Só? Ledo engano. Temos uma pitada de romance e muitas descobertas sobre o tal do grupo que possui relevância crucial na criação do mito e das muitas personalidades do Kote, quem domina inúmeras especialidades: trovador, músico, ladrão… Quer saber mais?

Bem, só lendo o livro mesmo. Garanto que não vai se arrepender. Estamos falando de uma verdadeira aventura épica.

Fiquei apaixonada pelo universo e pelo menino de cabelos de fogo. Já li o segundo livro: O Temor do Sábio – A Crônica do Matador do Rei: Segundo dia. E minhas entranhas se corroem pelo terceiro dia, que é o próximo volume.

A trilogia é meu xodó da Literatura Fantástica do momento e eu já li O Nome do Vento duas vezes e em cada leitura parece que estou descobrindo o universo e o meu querido Kote pela primeira vez.

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Minha gente, minha tentativa foi de falar um pouco sobre esse livro sem dar muitos spoilers ou informações que vão além da sinopse do próprio livro que é para todos se sentirem convidados a realizar essa leitura. Mais na frente, pretendo fazer um post mais completo sobre a saga e falando um pouco sobre o segundo volume.

É isso. Espero que tenham gostado e que se sintam tentados a embarcar nesta leitura,que pode até ser um pouco confusa no início, mas que faz muito sentido ao longo das páginas. Está no ócio? Litera nele!

Beijos, beijos a loba da vez.

Resenha – Coletânea Mundos Vol.4

Auuuuuuu, leitores! Entramos em um novo ciclo lunar e com essa atmosfera de novidade venho aqui deixar uma resenha deveras diferente das demais. Mas antes de apresentá-la, pergunto-lhes como estão. Como anda o início da semana para vocês?

Por aqui as coisas andam mais atrapalhadas que guarda-roupa desajeitado. Não. Não é exagero. Tudo bem, talvez seja. Na verdade, estou lamentando mesmo pelo domingo ter passado tão rápido. E sabe o motivo? Foi que fiz uma releitura muito gostosa ao ar livre. E agora vou apresentá-la a vocês. Quem já ouviu falar da coletânea de contos fantásticos da Editora Buriti, a Mundos?

Livro Mundos Vol. 4 publicado pela Editora Buriti.

Livro Mundos Vol. 4 publicado pela Editora Buriti.

 O quarto volume da antologia Mundos está recheado com oito contos de diversos autores no decorrer de 140 páginas. Os autores selecionados para a antologia foram: Paulo Abe, Tamires Branu, João Marciano Neto, Gilson Cunha, Miguel Bernardi, Moacir de Souza Filho, J.J Ducak e Zero Medeiros.

Yes, eu participei. Alguns de vocês já devem ter visto na aba Autorias do Menu do blog ou não. Não tem problema. Deixa eu te falar mais um pouquinho sobre ele.

Publicado pela Editora Buriti no mês de maio, esta antologia concentra as melhores histórias de fantasia, ambientadas em outros universos ou outras versões do nosso próprio mundo, abordando temas como futuro, desigualdade social, devastação, felicidade, vaidade e por aí vai.

Como o livro em si já é curtinho, vou procurar falar dele como um todo (espero que não fique nada confuso!). Todos os contos contam com uma perspectiva de mundo e fantasia diferente. Não vou revelar em águas claras de que se trata.

Domingo de releitura e parque.

Domingo de releitura e parque.

Abrindo a aventura pelos mundos fantásticos, temos o primeiro conto, ‘O último judeu’, de Paulo Abe, levando-nos além da Terra, onde nos é apresentado uma nova visão da civilização. Enquanto a civilização sofre com uma ameaça de devastação, que parece impossível de ser aniquilada, o inesperado acontece. Pode ser a salvação ou pode ser a destruição. Quer saber? Corre e vai garantir o seu.

11350388_643177549145609_1770911251_nO conto seguinte, ‘Era uma vez a Pátria dos Flames’, de Tamires Branu nos leva para outro universo alternativo e nos envolve com a história infeliz da protagonista, Callie Young, que desafia o próprio lugar de origem em busca de aceitação. A reviravolta nos deixa com gostinho de “quero mais”.

Em seguida temos ‘Deva’ de João Marciano Neto, onde somos transportados para uma atmosfera tecnológica que nos envolve em um desafio perigoso. No início, o desafio parecia ser a solução. Agora, ninguém sabe. Cuidado, é traiçoeiro. Quer saber qual é?

Convidando o leitor para passear em águas profundas, temos o quarto conto, ‘A mulher que chora’, de Gilson Cunha. Neste conto, o mistério rola solto sobre a natureza da protagonista (ou será que é do protagonista?).

Em um recorte de histórias surge o quinto conto, ‘O chamado do fogo’, de Miguel Bernardi. Os recortes são guiados por lugares diferentes e tempos diferentes da narrativa, que funcionam muito bem para preservar o mistério do enredo. Quando somos levados de volta para nossa herança indígena e nos deparamos com antigos guerreiros, as coisas ficam super interessantes. Quer saber mais?

Até o Aquiles quis ler. <3

Até o Aquiles quis ler. ❤

O sexto conto, Inferno Verde’, de Moacir de Souza Filho nos transporta para a Floresta Intocada, através de uma missão guiada por um nobre da família Gondino. A tal da floresta é independente e tem fama de não facilitar para ninguém. Esse conto equilibra o livro perfeitamente, te deixando satisfeito com a leitura, pois é um conto linear e que abriga muitas críticas disfarçadas. Quer saber até onde essa missão vai chegar?

‘O Espadachim de Gelo, de J.J Ducax, é uma narrativa ambientada num lugar chamado Jahunner, onde o protagonista, um tenente incrédulo, encontra um mendigo deveras misterioso que lhe apresenta um mundo novo. Quer saber de que se trata esse tal mundo?

Fechando a aventura temos o último conto, ‘Garotos são só Garotos’, de Zero Medeiros, que nos leva a viajar entre o presente e o passado, misturando aprendizados, delitos e vingança, sem falar na caracterização de uma persona mítica. Quer saber qual é?

O livro ainda está com um precinho camarada e fretes grátis para todo o Brasil. Pode ser adquirido no site da editora, aqui ó: Editora Buriti. É uma coletânea com autores brasileiros iniciantes ou não, mas que se arriscam no mundo da escrita e colocam a cara a tapa. Que tal a gente valorizar o que é nosso?

Espero que tenham gostado. Foi uma espécie de resenha bastante convidativa e voltada para divulgar o trabalho dos autores e da coletânea. Até a próxima litera!

Beijos, beijos a loba da vez.